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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Os desastrosos primeiros dias de Raimundinho como prefeito


 População sente na pele contraste negativo, entre o mandato do atual prefeito Raimundinho da Audiolar e o ex-prefeito Juran Carvalho.

A população de Presidente Dutra, mesmo com pouco tempo de mandato do atual administrador, já percebe o caos que poderá representar os próximos 4 anos de mandato.

Não precisa ser um gênio para saber que existem diferenças entre administrar uma prefeitura e um negócio privado. A falta de experiência é não tão somente do gestor Raimundinho da Audiolar, mas também do secretariado que parece não ter opções para resolver os mais simples problemas.

A gestão parece perdida na hora de resolver entraves do município, problemas estes que todos os prefeitos passam assim que assumem uma administração. Raimundo da Audiolar propõe um pagamento parcelado da folha de funcionários do município, alegando falta de dinheiro nas contas.

Como explicitado no posicionamento do ex-prefeito Juran Carvalho, “é totalmente falaciosa e inverídica as assertivas lançadas pelos novos gestores de que não encontraram recursos nas contas públicas de Presidente Dutra, assim como não teriam previsão de receber nada para adimpli-los, e que por conseguinte, iriam propor parcelamento dos salários dos profissionais do município. Conforme demonstrado alhures (anexos), irão ingressar quase dois milhões de reais no FUNDEB que dará para pagar a folha de dezembro e sobrar recursos que deverão ser utilizados dentro do permissivo pela legislação de regência do FUNDEB”, além dos recursos da saúde da competência dezembro que serão creditados pelo Governo Federal agora em janeiro.

Funcionários públicos passam vergonha

Enquanto outros municípios vizinhos seguem com seus pagamentos em dias, os funcionários públicos de Presidente Dutra agora estão presos a esse drama que se instaurou na administração de Raimundinho.

É preciso lembrar que é vergonhoso propor o parcelamento de salários de funcionários (mesmo tendo recursos que garantem o pagamento), enquanto os trabalhadores têm obrigações a cumprir dentro de casa, contas de água, luz e até mesmo cartão de crédito com juros enormes quando pagas em atraso, e que por muitas vezes não têm condições de assumir esse custo extra.

É muito fácil para o atual prefeito, empresário, propor parcelamento, como sendo uma solução fácil e prática, quando este não ficará com suas contas em atraso.

Vergonhoso é o prefeito ficar preso a brigas de palanque, enquanto já está no transcurso do seu mandato.

Presidente Dutra para no tempo

Enquanto Presidente Dutra, nos oito anos de administração do prefeito Juran Carvalho, não atrasou salários, o primeiro entrave do atual administrador ameaça pôr em risco a regularidade do pagamento dos servidores.

Foi durante os oito anos de estabilidade financeira, com contas em dia, que as empresas abriram os olhos para o potencial econômico de Presidente Dutra. Mateus Supermercados, Lojas Americanas, Farmácias Pague Menos entenderam que a população, com salário em dias, teria mais poder econômico, e que poderia ser uma excelente jogada investir em lojas no município.

Com atraso no salário e proposta de parcelamento, o interesse de grandes lojas em Presidente Dutra só tende a cair.

Raimundinho esquece que é empresário

Todo grande empresário um dia começou de baixo, com uma loja pequena, e muitas vezes vendendo o famoso fiado, confiando nos clientes fiéis que mantinham suas contas em regularidade.

Quando atrasa os salários, e propõe parcelar, uma grande fatia da população que Raimundinho prejudica é o empresariado. É o comerciante dono de mercadinhos, que vende fiado, e que precisa que seus clientes depois quitem as contas, para obter mais estoque e pagar suas contas pessoais.

É o dono de uma loja de roupas, que fica aflito porque sabe que o número de clientes vai cair, é o revendedor de cosméticos que passa a ter que gastar mais gasolina para ter que cobrar seus clientes em atraso devido o município atrasar.

Comparação

Enquanto o ex-prefeito Juran Carvalho deixou claro em oito anos de mandato, que pagar salários em dia não é nada mais do que obrigação do gestor, Raimundo da Audiolar dá a impressão que pagar em dias é igual a realização de um milagre.

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Diniz