terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Francisca Primo exige solução para falta d’água em Buriticupu


A deputada Francisca Primo (PT) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (15), para cobrar das autoridades competentes a solução do problema da falta d’ água, que prejudica milhares de pessoas do município de Buriticupu.  

A parlamentar relatou que em Buriticupu a população já sofre há muito tempo com a escassez de água. Segundo ela, a situação se agravou nos últimos dias, porque em muitas casas que antes recebiam água, hoje não cai uma gota sequer nas torneiras.

“A população procurou o prefeito, Zé Gomes, que durante a campanha prometeu resolver o problema da água. “A questão agora é de competência da CAEMA, que há 10 anos administra a água em Buriticupu e nada fez para sanar o problema”, reclama Primo.

EMENDA PARLAMENTAR

Segundo a deputada Francisca Primo, em 2012, esteve na Companhia de Saneamento Ambiental do maranhão (CAEMA), conversando com o presidente, João Moreira Lima, que declarou falta de recursos para atender o projeto cobrado pela população. 

Solidária à população, a deputada destinou os recursos de sua emenda parlamentar para a perfuração de dois poços artesianos, no bairro Terra Bela - uma das maiores e mais importantes comunidades de Buritucupu.  

Francisca Primo lamenta que em 2013, com a promessa que a CAEMA iria perfurar vários poços artesianos em Buriticupu, através do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), o prefeito transferiu os recursos para povoados, deixando assim mais uma vez município sem água potável.

ÁGUA CARA

A deputada esclareceu ainda que depois de novo contato com o presidente da CAEMA, foi informada que a licitação para a perfuração dos poços artesianos foi feita, mas as obras dependem da doação de um terreno pela Prefeitura e de licença ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA).

“O BNDES exige a licença ambiental para liberar os recursos das obras dos poços artesianos. “A população de Buriticupu sofre, porque tem desviar R$ 60,00 e R$ 100,00 de sua alimentação, para comprar uma carrada de água que dura apenas 10 dias”, lamentou. 

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Diniz