segunda-feira, 18 de maio de 2015

NOTA DE REPÚDIO


Eu, Cabo Campos, Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Segurança Pública da ALEMA, venho publicamente demonstrar meu repúdio e indignação quanto à morte do 2º tenente Ramos, vítima de criminosos sanguinários durante o seu momento de lazer, no maranhão novo, bairro da capital, nessa madrugada.

O Tenente Ramos, deixa sua família transpassada pela dor e a família militar está paralisada, por conhecer sua missão, e inconformada pela banalização que tem sido dada à vida. Necessário se faz uma apuração urgente da Secretaria de Segurança Pública e do Ministério Público para que sejam devidamente punidos os criminosos que ceifaram a vida do nosso companheiro de farda.

O que vemos é um crescente e assustador aumento da criminalidade, onde os meliantes perderam o medo da polícia e, agora, enfrentam e matam, sem nenhuma hesitação, os profissionais de segurança pública e onde o crime de colarinho branco assola o país,roubando da saúde,da educação,do saneamento básico e condenando nosso povo à pobreza e à morte,muita vezes,miserável.

Esperamos que as entidades de defesa dos direitos humanos e a OAB/MA, possam cobrar uma apuração rigorosa deste bárbaro assassinato, pois não vemos a mesma firmeza, quando um policial é morto defendendo a sociedade, mesmo de folga, como foi o caso do Tenente Ramos.

Vemos o Governo brasileiro, por dever constitucional, demonstrar indignação e criar entraves diplomáticos,com nações soberanas, pela morte de um traficante brasileiro na Indonésia, mas não vemos a mesma indignação dos governos para com as inúmeras mortes de policiais que se sucedem em nosso país. Uma vergonha inaceitável e incompressível.

Lamentavelmente, mais um agente da segurança tomba. Resta-nos pedir a Deus que conforte a família do jovem tenente Ramos e mantenha a coragem dos seus irmãos de luta para que continuem o combate necessário, e diário, buscando forças nas palavras de Jesus Cristo, quando falou à Marta e Maria que, “aquele que crer em mim, ainda que esteja morto, viverá”.

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Diniz