quarta-feira, 22 de abril de 2015

Francisca Primo pede que governo fiscalize recursos repassados para Buriticupu

A deputada Francisca Primo (PT) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (22), para solicitar que o governo do Estado do Maranhão cobre a fiscalização dos recursos públicos repassados ao município de Buriticupu  para a  execução de obras. 

Para Francisca Primo, a falta de fiscalização atrapalha os anseios da população que não recebe os benefícios. Ela disse que o prefeito Zé Gomes (PMDB) recebeu quase R$ 4 milhões e não executou as obras. "O convênio teve início em dezembro de 2013 e o prazo terminou junho de 2014. Ocorre que, além de já ter esgotado o prazo, o prefeito Zé Gomes (PMDB) já gastou aproximadamente RS 2 milhões e ainda faltam ser executados vários serviços". 

Francisca Primo também disse que o prefeito Zé Gomes está executando as obras em locais diferentes aos indicados inicialmente nos projetos. Segundo a parlamentar, esse comportamento é uma retaliação política, visto que a administração municipal está sendo bastante criticada e o seu nome está crescendo bastante para a disputa das eleições municipais de 2016.  “Estive pessoalmente na secretaria e fui informada que o prefeito mudou o destino das obras, após a aprovação do projeto”, acentuou a deputada.
 
Na avaliação da deputada, isso não pode acontecer, pois a mudança gerou grande expectativa na população acerca do término das obras. Segundo ela, o prefeito também deslocou emendas parlamentares de sua autoria para outros setores da administração. “Ele está executando as obras de acordo com o seu próprio plano de trabalho; isso não pode, pois gerou uma grande expectativa, onde as obras iam ser executadas”, afirmou Francisca Primo. 

Em função da falta de fiscalização, Francisca Primo lamenta que o povo agora sofra devido a irresponsabilidade do gestor. “As ruas estão todas esburacadas e as obras sem conclusão. O que foi feito já não existe, pois o serviço é de péssima qualidade”, lamenta. 

Francisca Primo sugeriu que o prefeito seja executado judicialmente, pois a população não pode ser penalizada pelos erros premeditados dos gestores municipais, que só se preocuparam em ganhar votos para seus candidatos nas eleições. 

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Diniz