domingo, 8 de março de 2015

“A mulher precisa efetivar seu papel de agente da história brasileira”, DEPUTADA FRANCISCA PRIMO


O dia 8 de março é uma data marcada por comemorações, por reflexões e pela certeza de que a mulher conquistou seu espaço, está inserida na sociedade, mas falta muito para um tratamento igualitário em relação aos homens. O dia Internacional da Mulher é dedicado àquelas que ao longo dos anos foram conquistando seu espaço e provando, muitas vezes com luta e sofrimento, que o sexo feminino não constitui fragilidade. Historicamente machista, a sociedade limitou a participação feminina e atribuiu como trabalho da mulher apenas a criação dos filhos e a realização dos serviços domésticos. Cansada de ser marginalizada e ciente de sua capacidade, a mulher avançou contra o preconceito masculino e na ânsia de conquistar o que lhe é de direito, ela foi acumulando funções e, além de cuidar da casa e dos filhos, deixou de ser coadjuvante, para ser agente da história. Deixou de ser apenas a grande mulher escondida por detrás de um homem, para ser observada e reconhecida como pessoa, repleta de erros e acertos, mas digna de merecimentos por sua capacidade resolutiva a frente de qualquer setor da sociedade.
A mulher não é um sexo frágil. A mulher é parte integrante da sociedade e sua superioridade se confirma porque além da capacidade de realizações equivalente aos homens, ela ainda possui a exclusividade de gerar vida. Por tudo isso e pela glória da missão que lhes foi dada por Deus, convido todas as mães, avós, esposas, amigas e companheiras, a mudarmos a realidade que está posta e a assumirmos nosso verdadeiro papel de agentes da história brasileira.

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Diniz